Posts Tagged ‘exercício’

Fraudes ou investigação: algo a se debater

junho 4, 2008

Fraude. (Do lat. fraude) S. f. 1. V. logro (2). 2. Abuso de confiança; ação praticada de má-fé. 3. Contrabando, clandestinidade. 4. Falsificação, adulteração. Golpe. … 10. Manobra desonesta, com o fim de enganar, prejudicar, roubar outrem.

            È inaceitavel a existência de fraudes no meio jornalístico.A autopromoção de “profissionais”da aréa muitas vezes é o principal motivo da existencia de fatos inexistentesm ou até uma foto alterada.Digamos que em nenhuma das areas do estudo humano seja tolerável qualquer tipo de ocorrência que venha ser uma fraude.Porém no meio jornalistico,onde se trabalha exclusivamente com as verdades dos acontecimentos.Um exemplo recente e repercutido nma imprensa brasileira aconteceu quando a produção do programa Domingo Legal, no SBT, exibiu uma entrevista com supostos membros do PCC, que na verdade eram atores.

Outro caso aconteceu no ano de 1992 quanda a rede de televisão norte americana ABC, quando um jornalista falsificou um curriculo e se tornou  “empregado” do supermercado,que era alvo de denuncias de péssimo estado de higiene,elepenetrou ilegalmente conclamou um dos empregados a violar o contrato de trabalho e ser desleal com o empregador.

Os casos suscitam a discussão de diferentes questões. A imprensa pode mentir para descobrir uma verdade? É comum o jornalista telefonar, por exemplo, e se identificar como outra coisa para obter certas informação,em outros casos existe o uso de cameras escondidas.Portanto fica a discussão,deve se separar be a reportagem investigative e as fraudes no jornalismo.

 

 

 

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Paulistas ganharão mais estações de trem da CPTM

junho 4, 2008

A CPTM  ( companhia paulista de trens metropolitanos) foi fundada em 1992. Herdou uma  ferrovia carente de recursos, com inúmeros problemas, principalmente nas áreas de segurança e prestação de serviços.Hoje a empresa tem uma das frotas de trens mais modernas do Brasil com a melhoria dos serviços oferecidos e a revitalização de toda a sua infra-estrutura

O governo do estado de São Paulo investirá no transporte da CPTM cerca de 17 bilhões desde o ano de 2007 até o ano de 2010.. Serão adquiridos 99 novos trens de última geração para CPTM e Metrô, a maioria com ar condicionado e TV de Plasma. Com o resultado, espera-se um aumento de 55% do uso do sistema sobre trilhos, no transporte público além de menores intervalos entre os trens nas estações do Metrô.

 

A Implantação do Expresso Aeroporto, que ligará, sem paradas intermediárias, a Estação da Luz ao Aeroporto de Cumbica, com intervalo de trens de 12 minutos. Os passageiros dos vôos farão o check in na estação inicial, que deverá ser construída entre a Luz e a Júlio Prestes.

Outro investimento será a ampliação da Linha C-Esmeralda, na Marginal-Pinheiros, que terá mais 8,5 km, com a construção de três novas estações: Autódromo (inaugurada em outubro/2007), Interlagos e Grajaú (prevista para o primeiro semestre de 2008).

Haverá também uma completa reestruturação da Linha F, com cinco novas estações: USP Leste (nova) e Comendador Ermelino (reconstrução), ambas entregues em janeiro/2008; Jd. Helena, Jd. Romano (novas) e Itaim Paulista (reconstrução), com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre de 2008. Reforma de 15 trens da frota e compra de 20 novas composições, já licitadas

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Segundo a CPTM, o total de estaçoes é de 265. São 93 patrimoniais, 88 operacionais e 84 comerciais. O total da extensao das linhas operacionais é de 257,5 km.

Atendendo a 22 municipios essa alternativa é imprescindivel em uma cidade como São  Paulo, em que o transporte aparece como um dos piores problemas do cidadão. As estações Brás, Luz e Barra Funda recebem juntas quase 50% do movimento diário total.

por Marcelo georgeto

Editada por Jean Felipe

 

Novas 11 estações de metrô para cidade de SP

maio 29, 2008

 

 

O Prefeito da Cidade de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) e o Governador José Serra (PSDB), assinaram no dia 25 de maio de 2008, um protocolo de intenções para construção da nova linha laranja do metrô de São Paulo, avaliado em  75 milhões de reais.

O projeto tem previsão de início para o ano de 2010 e o término da primeira etapa no final do ano de 2011, devendo percorrer os bairros da Água Branca, Pacaembu e Higienópolis. O total é de 11 estações. Num futuro próximo a estação deve ser estendida até a Vila Prudente na Zona Leste.

O primeiro metrô no mundo foi inaugurado no dia 10 de janeiro de 1963, na cidade de Londres na Inglaterra. Os primeiros metrôs eram movidos a vapor.

Na cidade de São Paulo a primeira linha de metrô foi a linha azul, inaugurada no dia 14 de setembro de 1947 percorrendo o trecho do Jabaquara até a Vila Mariana. Ao decorrer dos anos, o metrô paulistano se dividiu em outras quatro linhas, estando três em  operação e a linha verde em construção com previsão de término em 2010.

 

Editada por Marcelo Georgeto

 

Meio Ambiente – Reciclagem

maio 29, 2008

A reciclagem é termo genericamente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita tratamento final, como aterramento, ou incineração.

O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.

O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em outro. Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel. O papel chamado de reciclado não é nada parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao final do processo resulta em um novo material de características diferentes.

Outro exemplo é o vidro. Mesmo que seja “derretido”, nunca irá ser feito um outro com as mesmas características tais como cor e dureza, pois na primeira vez em que foi feito, utilizou-se de uma mistura formulada a partir da areia.

Já uma lata de aluminio, por exemplo, pode ser derretida de voltar ao estado em que estava antes de ser beneficiada e ser transformada em lata, podendo novamente voltar a ser uma lata com as mesmas características.

A palavra reciclagem difundiu-se na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de lixo e de outros dejetos na natureza.

Por Vania Alves e Mariana Waetemann

COLAPSO NO TRÂNSITO

maio 22, 2008

 

GAVETA – EDITORIA: MEIO AMBIENTE

EVANILDON DIAS

 

Congestionamentos infindáveis, fumaça, buzinas e palavrões. São cenas comuns para você? Então, certamente você vive próximo a um colapso urbano. A maioria das metrópoles padece de excesso de automóveis circulando em suas ruas e avenidas, e São Paulo não seria exceção.


Mais de 29 milhões de unidades. Esta foi a quantidade de automóveis em agosto de 2007, da frota brasileira, segundo relatório do Denatran. Equivale a uma média de 6,52 habitantes por carro.

 

 

A cidade de São Paulo, líder do ranking nacional, é detentora da perigosa estatística de um carro para cada dois habitantes, e a cada dia mais carros são registrados na capital.

Nascem menos crianças na cidade do que se vendem carros.

 

 

 

 


Apesar dos números assustadores, o Brasil ainda pode comemorar, pois ainda não é o número 1 no ranking mundial. Os Estados Unidos estão em primeiro lugar com 1,3 habitantes por carro, seguido da Itália com 1,5 habitantes para cada carro e a Austrália fica em terceiro lugar com 1,6 habitantes por carro.

 

 

Editado por Vanessa Zanelato e Patrícia Baptista

 

 

 

 

———-  BOX  ———-

 

Ivan Valente critica propostas para o

trânsito de Maluf, Kassab e Soninha

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) –outro pré-candidato à Prefeitura de São Paulo– entrou na discussão sobre o principal tema que será discutido na campanha eleitoral: o trânsito na cidade. O deputado criticou as idéias do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), e as propostas dos também pré-candidatos Paulo Maluf (PP) –que também é deputado federal– e vereadora Sônia Francine (PPS), a Soninha.

Segundo o deputado, a sugestão de Maluf de pavimentar os rios Tietê e Pinheiros e construir sobre eles oito pistas é um erro. “Em todo o mundo, as soluções que estão sendo buscadas não são mais as obras faraônicas e de enorme impacto urbano, ambiental e social, e sim o planejamento e investimento no transporte coletivo”, disse Valente.

Soninha sugeriu a criação de pedágios no centro da cidade. Para Ivan, a solução prejudica os mais pobres. “Temos que priorizar o investimento público em transporte coletivo e torná-lo eficiente para o conjunto da população”, disse.

Ao prefeito Kassab, Valente também reservou algumas críticas. “O prefeito Kassab sugere o metrô, mas durante os 14 anos de governo tucano não foi feito mais do que um quilômetro por ano de metrô em nome de outras opções e do ajuste fiscal.”

O deputado criticou o modelo que privilegia o uso particular de automóveis. “O investimento em transporte público deve inverter essa lógica, cabe ao conjunto da sociedade e não ao usuário financiar o transporte público.”

 

 

FONTE DO BOX: FOLHAONLINE

Informática e seu Papel Econômico

maio 8, 2008

Fotos Politicas

maio 8, 2008

 Por Vera Lúcia Alves de sousa e Juliana Pereira Paula

 

Questão de princípios

maio 1, 2008

Na verdade, o ombudsman, no jornalismo, tem a árdua missão de “criticar” o trabalho de colegas de profissão, e, geralmente, ele é visto como um sujeito arrogante, prepotente e presunçoso – tudo o que certos jornalistas costumam ser, mas que não gostam de ser chamados.
Percebi, na verdade, que o ombudsman do jornal-laboratório da UnB chama a atenção para a questão central da ética jornalística, em si, muito mais do que a fraude, simplesmente. Claro que a fraude é realizada – no caso de uma foto montada, representando um evento ou acontecimento que não existiu -, por pura falta de respeito à profissão jornalística, que preza, acima de tudo, a verdade, mesmo que a um preço caro demais (isso não significa que tal preço seja o extremo de forjar uma notícia que não existe, seja através de um texto mentiroso ou por meio de uma foto simulada).

Outro ponto importante, muito bem lembrado por Fernando Paulino, é a questão da clonagem, a repetição de matérias publicadas nos jornais de circulação diária. De fato, a missão do jornal-laboratório é, na verdade, produzir conteúdo novo, com um diferencial em relação ao que estamos acostumados a ler nos grandes jornais. É uma experiência que deve ser vivenciada pelos acadêmicos, uma oportunidade de publicar fatos importantes, novidade ou mesmo atualidade, mas com relevância para o mundo universitário. Sim, porque deduz-se que por se tratar de um jornal experimental, feito por alunos de comunicação social, deve, justamente, tratar de assuntos que interessem a esse nicho, especificamente, com uma linguagem textual própria. Jamais pode-se conceber um jornal universitário, “produzido por e para jornalistas”, com uma abordagem simplória e medíocre, muito aquém do que se espera de futuros profissionais do ramo.

O caminho da perfeição é longo e árduo, mas deve ser perseguido e aplicado, já, enquanto estudantes, para que mais tarde, já formados e inseridos no mercado de trabalho, possamos ser reconhecidos pela qualidade profissional de nossos trabalhos acadêmicos.

Por Tancredo Junior

Ética nos veículos acadêmicos

maio 1, 2008

Escrever em um jornal-laboratório é mais complexo do que se imagina. Por se tratar de um veículo experimental, destinado ao público acadêmico, muitas pessoas acreditam que é um trabalho muito mais simples e descompromissado, do que escrever para um veículo de grande circulação.

Na verdade, isso é um grande engano. Como pode-se perceber no texto “Fraudes Jornalísticas” de Fernando Paulino, escrever em um jornal universitário requer muito cuidado por parte do repórter. A checagem da informação juntamente com a confiabilidade das fontes, são requisitos fundamentais para que não sejam publicadas matérias com conteúdo duvidoso, ou mesmo que não possuam utilidade para o leitor.

Como o público em questão é composto essencialmente de universitários e professores, esse cuidado deve ser redobrado, pois o jornal aborda temas recorrentes ao mundo acadêmico, ou seja, são discutidos tópicos que estão totalmente interligados ao universo do público em questão.

Por isso, até mesmo quando se cometem pequenos equívocos, muitas vezes considerados insignificantes, as conseqüências podem ser gravíssimas, já que o feedback de uma matéria mal feita, ocorre com maior intensidade e freqüência, do que quando é publicada uma matéria considerada adequada, de acordo com os padrões éticos jornalísticos.

Concordo com o autor, quando ele diz que com o passar do tempo os alunos terão mais cautela e responsabilidade na hora de apurar uma informação.

Realmente, parece que a entrada do ombudsman contribuiu em vários aspectos para a elaboração de um jornal mais claro, objetivo, e que principalmente atenda às necessidades do seu público-alvo.

 

Por Vanessa Zanelato

Jornalismo Ambiental

abril 24, 2008

Chama-se Jornalismo Ambiental a especialização da profissão jornalística nos fatos relativos ao Meio Ambiente, à Ecologia, à fauna, à flora e à Natureza de um determinado lugar.

As primeiras coberturas específicas de Meio Ambiente surgiram após a Segunda Guerra Mundial, quando a Ecologia ganhou força como tema de relevância mundial, inicialmente no Primeiro Mundo e, na década de 1980 e principalmente após a conferência Rio 92, no Terceiro Mundo.

Como na maior parte das especializações jornalísticas, as fontes de Jornalismo Ambiental são divididas entre protagonistas (movimentos ambientalistas, ecologistas, entidades que cometem crimes ambientais), autoridades (ministros, secretários, diretores de órgãos públicos), especialistas (pesquisadores, biólogos, zoólogos, botânicos, agrônomos) e usuários (população). Especificamente, podem ser fontes úteis para o jornalista da área os membros do Partido Verde local.

O jornalismo ambiental denuncia abusos à natureza causada pelos homens e relata fatos que ocorrem na natureza, como o tremor que ocorreu na cidade de São Paulo devido ao abalo que se deu no litoral.

Bruna Prado Dias