Ex. fraudes

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Ombudsman de jornal-laboratório viu fraudes de arrepiar

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11 Respostas to “Ex. fraudes”

  1. EVANILDON DIAS Says:

    Não era para serem, entretanto, essas ocorrências são mais comuns do que se imagina. No UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) uma aluna teria plagiado (pela internet), na integra, um importante texto de uma jornalista. Depois que aluna já estava formada e trabalhando em uma conceituada emissora, a “bomba estourou” na universidade. Chegou um comunicado à reitoria da jornalista.
    Em um texto, com tons de repúdio e indignação, a profissional ameaçava processar a instituição de ensino e a responsável pelo crime. O desfecho da história é que o UNASP transferiu a culpa pelo ocorrido para a ex-aluna, que foi processada com requirimento de cassação do direito a exercer sua profissão.
    Observar os erros e; jamais comete-los, é de fundamental importancia aos estudantes da àrea.

    Evanildon Dias

  2. Nathalia Estevam Says:

    Jornais tem o dever de informar, serem imparciais diante de todos os fatos e acima de tudo passar credibilidade, porém na prática as coisas não acontecem bem assim. Os meios de comunicação, não importa qual o formato, acabam seguindo linhas especificas, vendendo textos vazios, e não se preocupando com qualidade e sim com dinheiro. Contudo na faculdade escrevemos textos e criticamos veículos jornalisticos que possuem atitudes ditadas “fraudulentas” “imparciais”, etc. , mas passam-se os famosos quatro anos e lá estamos nós fazendo este mesmo trabalho sujo, e tudo por dinheiro. Será que realmente temos o direito de criticar?

    Nathalia Estevam – RA 08581526

  3. diegocamara Says:

    Há de se pensar que até o título do texto proposto tem um certo teor exagerado, inflando um pouco a situação do cotidiano dos iniciantes em Jornalismo, acadêmicos que ainda estão aprendendo, a pequenos passos, os caminhos da profissão.
    O texto, muito bem citado, é de extrema importância para o preparo acadêmico. Uma iniciativa como esta, de um ombudsman em um jornal universitário, é um auxílio aos alunos e igualmente aos professores que estão trabalhando ao lado dos estudantes, pois podem utilizar as opiniões e sugestões do próprio público do jornal para monitorar os alunos, tornando assim o trabalho jornalístico mais responsável e centrado nos principios da informação.
    Isto, logicamente, não cria profissionais integros ou totalmente livres de erros, falhas, fraudes, etc., porém cria, sem dúvida alguma consciência, e é disto que os profissionais jornalísticos hoje precisam mais.

  4. Daniela Sartori Says:

    A ética é fator determinante para a seleção de um bom jornalista. A imparcialidade é questionada a todo o momento, mas é fato que nenhum veículo de comunicação aceita que o jornalista desenvolva de forma completamente ética sua profissão. Devemos relatar o fato como ocorreu, sem transparecer opiniões pessoais, porém sua matéria só será publicada se estiver dentro da linha editorial desenvoldida (e estipulada) pelo veículo.
    É por esses motivos que a credibilidade do jornalista chega a ser questionada, não só pelo público como pelos próprios colegas de casa.
    O que vale mais a pena: fazer o que o chefe mandou e como o chefe mandou, ou ir atrás de uma boa pauta, que realmente carregue a verdade e correr o risco de perder o emprego.

    Infelizmente os meios de comunicação criam cada vez mais tentativas falidas de jornalistas, que fazem carreira apenas por um bordão ou sensacionalismo escrachado enquanto ganham poços de dinheiro em cada ponto do Ibope/revistas esgotadas/ aumento de tiragem em relação ao concorrente da mesma linha.

    E perpetuando a espécie de maus profissionais, o estagiário já aprende a conduzir sua vida profissional dessa maneira.

  5. alunosmarques Says:

    Para ser um bom jornalista, devemos buscar as informações e certificar de que todas são verdadeiras e condizem fielmente a realidade. O dever do profissional é trasmitir fatos, acontecimentos e repassar a população que de alguma forma não tem acesso a tudo o que acontece.
    Porém devido a pressão colocada sobre os jornalistas para escreverem um bom texto e que esse mesmo texto traga lucros para a empresa, muitos acabam por deixar a ética de lado e burlar alguns fatos.
    Inventar histórias, editar entrevistas de maneira a dar outro sentido ao que foi dito e principalmente envolver pessoas que nada fizeram para estar contida em alguma matéria deveria ser crime.
    Infelizmente há muitos profissionais que diplomados ou não, acabam por manchar a reputação desta excepcional profissão.
    Assim como na medicina onde todos devem fazer um juramento, os jornalistas tambem deveriam. Dizer a verdade, buscar fatos e não criar um mundo de fantasias mesmo que essa seja a única opção de se sobressair na carreira.

    Por Silvia Fachim.

  6. Jornalismo Says:

    Credibilidade é o dever de um bom jornalista que pretende não ser somente mais um no mercado de trabalho, mas poder fazer a diferença e obter reconhecimento e respeito.
    O plagio é algo comum hoje na vida de vários estudantes que ao invés de criar e inventarjá que o mesmo está no desabrochar da vida prefere muitas vezes o famoso “copiar e colar” para ganhar tempo. Pode-se dizer que até ganhe, mas o preço a ser pago lá na frente é bem visível como no caso de um ex-aluna do Centro Universitário Adventista de São Paulo.
    A garota teria plagiado o texto de uma jornalista e depois de se formar e estar exercendo a profissão ela “caiu do cavalo” pois o plagio teria sido descoberto. O que envolveu processo contra a menina e ate cassação do direito de exercer como jornalista.
    Podemos corrigir os erros por mais que a situação não contribua para o mesmo, podemos construir algo bom. Afinal nunca é tarde.

    Marcelle Alves

  7. alunosmarques Says:

    Desde o início do meu curso, o que mais me recordo em ouvir é que os jornalistas ou profissionais da nformação tem que ser imparciais. Tudo bem, na teoria isso é muito fácil, porém, na prática essa não é a realidade.
    Muitos jornalistas, até mesmo jornais, acabam seguindo uma linha de raciocínio e assim deixando transparecer sua opinião, onde acaba a tal imparcialidade.
    Acredito que isso tenha tido início com a formação de todo um mercado no ramo da informação.
    A preocupação em vender mais, atingir o público alvo, dizer/escreverem o que querem ouvir/ler e não somente passar as informações como elas exatamente são.
    É uma pena ter que discutir uma realidade tão triste e saber que quer queira, quer não, quando sairmos da faculdade será nesse meio que trabalharemos, ai vai de cada um assumir o seu caráter.

    Por Aline Barberá

  8. hectorfelix Says:

    O texto se refere a algumas situações que devemos levar em conta na hora de produzir o nosso material, seja na faculdade ou no ramo propriamente dito, porque algumas coisas que parecem ser inocentes e não vão causar danos acabam fazendo um grande estrago mais tarde se forem negligenciadas. Bons exemplos para prestar atenção.

    Hector Félix

  9. giselesantos Says:

    Eu senti falta de um manual de redação e outro como os alunos podem usar as ferramentas do blog, entre outras, pois assim facilitaria a vida de quem ainda não domina muito bem o PC e também tudo ficaria mais organizado, com formatação padrão, etc. Talvez aqui já seja uma sugestão para atividades de um próximo bimestre, a criação desses manuais.

    No texto do site linkado pra gente comentar, sobre “omissão e improviso”, me deparei com algo que eu já havia pensado. A falta de compromisso. E acho que deveria existir mais interesse dos alunos e seus cargos bem definidos, inclusive um Ombudsman, e para incentivar – no final de cada semestre – premiações como publicar o material em algum veículo (a faculdade poderia tentar uma parceria), palestra dos próprios alunos no auditório, etc. Assim todos ficariam ‘antenados’ nos acontecimentos diários dentro da universidade e com toda certeza notícias interessantes, até mesmo ajudando em algumas melhorias internas, poderiam ser publicadas. E claro, com coordenação de professores, dedicação dos alunos, observação do Ombudsman, problemas serão detectados e posteriormente todos juntos podemos solucionar, melhorando cada vez mais nosso veículo de comunicação.

    Acho que quando se trata de um laboratório de jornalismo online (blog, site) é muito importante também novas mídias, como web tevê e rádio ou podcast. Por isso sugeri pra professora Renata uma pauta sobre Podcast na próxima semana e até mesmo a criação de um primeiro episódio (de até 05 minutos) editado no laboratório e postado por nós. Quem sabe o nosso jornal online não será multimídia? Com textos, blog, Tv, Rádio ou Podcast?

    Gisele Santos

  10. gustavodittrichi Says:

    Concordo com a Nathalia Estevam. Quando estamos em um veículo que acaba por assumir posturas que agradem seus anunciantes (e claro, que vendam para o público também, mas não necessariamente que vendam a verdade da forma que ocorreu), ou nos adequamos aos seus métodos ou vamos fundar nosso próprio veículo.
    Sim, porque todos eles estão inclinados a uma linha ou outra, mas todos querem manter seus anunciantes – seus mantenedores principais.
    Enquanto somos alunos, é fácil criticar. Quando estivermos do outro lado, a linha é mais tênue.

  11. alunosmarques Says:

    Para seguir nesta profissão é necessário saber o limite.
    O bom jornalista tem por função coletar dados,checa-los, e aí sim escrever uma boa matéria.Ainda quando estudantes já devem pensar como profissionais, pensar antes de agir e assumir suas falhas.
    O que ocorre ultimamente, e que está transformando os jornais em meios de comunicaçao particular é que empresas privadas que contribuem financeiramnete em alguns jornais acabam sendo privilegiados pelos mesmos, chegando até a probir o que será publicado.
    Essa situação começa a forjar o verdadeiro jornalismo.
    Essa profissão que deve ser a mais transparente possivel, noticiando fatos veridicos sem qualquer restrição.

    Por Gabriele Bortolucci

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