Archive for the ‘geral’ Category

Box – Copa América 1946 – Argentina Campeã – Dimas Coppede

junho 7, 2008

                              Copa América 1946 – Argentina Campeã
Sede da Copa América pela sexta vez, a Argentina, campeã da edição anterior, não desperdiçou a chance de atuar em casa e conquistou o bicampeonato da competição. O título, oitavo no história dos argentinos, serviu para igualar o número de Copas do Uruguai, também oito vezes campeão.

No antigo Estádio do San Lorenzo, o time da Argentina venceu suas cinco partidas, marcando 17 gols e sofrendo apenas 3. Treinada por Guillermo Stábile, artilheiro da Copa do Mundo de 1930, a equipe argentina ficou com o título na última partida, após venceu o forte time brasileiro por 2 x 0, com gol de Norberto Méndez.

A Copa América de 1946 marcou também a despedida de alguns craques do início dos anos 30 e 40, como o zagueiro brasileiro Domingos da Guia e o artilheiro paraguaio Delfin Benítez Cáceres.

por Dimas Coppede

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Matéria de Gaveta – Dimas Coppede

junho 7, 2008

Copa América: 92 anos de tradição

 

A Copa América é o torneio continental mais antigo do mundo. A primeira disputa oficial aconteceu em 1916. O palco da disputa foi a cidade argentina de Buenos Aires. Participaram da competição Argentina, Brasil, Uruguai e Chile.
A seleção brasileira terminou na terceira colocação. Empatou em 1 a 1 com Chile e Argentina, e perdeu para o Uruguai por 2 a 1. Os uruguaios, que golearam os chilenos por 4 a 0 e ficaram no 0 a 0 com os argentinos, foram os campeões. O Uruguai também teve o goleador: Gradín com três gols.
Em 1917, os quatro países voltaram a medir forças em Montevidéu. Na estréia, o Brasil perdeu para Argentina por 4 a 2, e na partida seguinte foi goleado pelos anfitriões por 4 a 0. Vitória, a esquadra brasileira só conseguiu no último confronto: 5 a 0 sobre o Chile.
O título do torneio foi decidido entre Uruguai e Argentina. Os uruguaios venceram por 1 a 0, conquistando o bicampeonato. Para o torneio em 1919, foi escolhido como sede o Brasil. Para não repetir o fracasso em 1916 e 17, a CBD (Confederação Brasileira de Desportos montou uma seleção à altura de representar o país.
Com um ataque, em que se destacavam Friedenreich e Neco, o Brasil começou com uma goleada: 6 a 0 sobre o Chile. Na outra partida, o Uruguai venceu apertado a Argentina por 3 a 2. Na segunda rodada, os chilenos foram derrotados pelo o Uruguai por 2 a 0, e os brasileiros venceram a Argentina por 3 a 1.
Com o resultado, a briga pelo título ficou entre Brasil e Argentina. Numa partida muito equilibrada, no estádio das Laranjeiras, os dois países não passaram de um empate (2 a 2). Como ambos terminaram com cinco pontos, foi realizado um jogo extra. Desta vez, com um gol de Friedenreich, o Brasil chegou a primeira conquista sul-americana. O gol garantiu a Friedenreich a artilharia do torneio, ao lado de Neco, com quatro gols.
Essa foi a primeira de muitas conquistas que o torcedor brasileiro comemorou da Copa América. É uma competição que perdeu um pouco o charme e importância, mais que ninguém quer deixar de ganhar, afinal, sempre é bom levar mais um troféu para casa.

Por Dimas Coppede

 

editada por José Ricardo de Jesus

Novas 11 estações de metrô para cidade de SP

junho 6, 2008

O Prefeito da Cidade de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) e o Governador José Serra (PSDB), assinaram no dia 25 de maio de 2008, um protocolo de intenções para construção da nova linha laranja do metrô de São Paulo, avaliado em  75 milhões de reais.

O projeto tem previsão de início para o ano de 2010 e o término da primeira etapa no final do ano de 2011, devendo percorrer os bairros da Água Branca, Pacaembu e Higienópolis. O total é de 11 estações. Num futuro próximo a estação deve ser estendida até a Vila Prudente na Zona Leste.

O primeiro metrô no mundo foi inaugurado no dia 10 de janeiro de 1963, na cidade de Londres na Inglaterra. Os primeiros metrôs eram movidos a vapor.

Na cidade de São Paulo a primeira linha de metrô foi a linha azul, inaugurada no dia 14 de setembro de 1947 percorrendo o trecho do Jabaquara até a Vila Mariana. Ao decorrer dos anos, o metrô paulistano se dividiu em outras quatro linhas, estando três em  operação e a linha verde em construção com previsão de término em 2010.

 

 Matéria de Jean Felipe

Editada por Marcelo Georgeto

Matéria de Gaveta – Está na hora de abir os olhos

junho 6, 2008

Empresário sueco Johan Eliasch – consultor do primeiro ministro britânico Gordon Brown – Ao se interessar em comprar uma área de 160 mil hectares de terra no Estado de Mato Grosso, na região amazônica, decidi fazer um estudo em cima de quanto toda a região poderia ser comprada, chegando a conclusão de simplesmente 50 bilhões de dólares.

Ao saber dessa declaração, Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi rápido e claro em sua resposta: “O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono, e que o dono da Amazônia é o povo brasileiro. São os índios, são os seringueiros, são os pescadores e também nós, que somos brasileiros e temos consciência de que precisamos desenvolver a Amazônia.

A Floresta Amazônica é um bem natural, rico em fauna e flora que deve ser preservado com todo cuidado.Não só o Brasil deveria ter esse cuidado, mas todo o mundo, mas não é o que acontece, os demais países tentam de toda forma se apossar da amazônia e usufluir de todos os bens materias que lá existem,sem pensar na preservação.

Após refletir sobre toda essa questão, nos resta uma única pergunta: Se caso houver uma “invasão”, que “armas” o Brasil usará para salvar nossa riqueza?

De Aline Barberá

EDITADO POR GABRIELE BORTOLUCCI

Exercício 03 Imagens (ou mais… Hehe)

maio 8, 2008

Por Lu Albertin

O Avanço Histórico

abril 24, 2008

Quando falamos de esporte no meio jornalístico, sempre tem aquela pessoa que teima em alimentar um preconceito antigo, que na verdade nunca deveria ter existido, sobre a importância dessa editoria.

A história não mente e vários jornalistas de longa data estão trabalhando para confirmar esta tese. Jornalistas de política e economia, principalmente, sempre se consideraram mais importantes em relação a outras editorias. Além disso, sempre trataram o jornalismo esportivo como algo menor do que a função exercida por eles, jornalistas políticos e econômicos.

Isso começou a mudar quando o Brasil chegou a grandes conquistas, em esportes variados. Porém o ponto principal para essa mudança aconteceu em 1958, na Copa do Mundo de Futebol, realizada na Suécia. O Brasil conquistou de forma espetacular a competição e de quebra revelou ao mundo um garoto de 17 anos, que futuramente se tornaria o maior de todos, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

O futebol que já era paixão nacional, e se firmou mais ainda depois não só dessa Copa, mas com as de 62 e 70, também conquistadas pelo país. Como a maior parte da população adora esse esporte, as grandes mídias cediam cada vez mais espaço para o futebol. E com isso mais profissionais surgiam nesse meio e a credibilidade da profissão crescia rapidamente.

Hoje, não existe mais esse preconceito, pelo menos de forma declarada, e a força do esporte nos meios de comunicação cresce cada vez mais. Existem vários canais de televisão destinados somente a esporte, e claro, o futebol continua sendo a principal fonte de renda dessas emissoras.

Hoje os canais especializados em esportes como  por exemplo, Sportv, ESPN Brasil pertencem a TV fechada, e para ter esse conteúdo é necessário pagar.

WordPress – Que seja infinito enquanto dure

abril 10, 2008

Mais uma vez a justiça ameaça estender a punição aos culpados e aos inocentes. É que uma decisão judicial estuda a possibilidade de bloquear o acesso brasileiro ao WordPress, portal que fornece serviços de blog. A causa: um blog especificamente, publicou algo que não devia. O blog e a postagem não foram revelados.

O problema é simples: a internet é o meio de comunicação mais aberto que existe. Através dela todos podem expressar-se como bem queiram perante qualquer situação. Porém, esta “liberdade” está começando a mudar. Primeiro, o bloqueio temporário de acesso ao Youtube, site de postagem de vídeos, por conta do vídeo da Daniela Ciccarelli em imagens picantes, na praia, com seu namorado, em janeiro de 2006. Depois a ameaça constante ao Orkut e suas comunidades com temas relacionados à pedofilia. Não há explicação válida ou convincente para o caso. Sobre a situação do WordPress, Eduardo Parajó, presidente da ABRANET (Associação Brasileira dos Provedores de Internet) comenta: “Ordem judicial não se discute, se cumpre. Mas, como não é possível bloquear especificamente o endereço solicitado, o acesso a todos os sites com a extensão wordpress.com será impedido no Brasil”. Isto se dá por que temos o espaço apenas de ‘filiais’ destas grandes empresas, portanto, somente elas é que podem retirar as páginas com conteúdo indevido do ar. A situação se agrava ainda mais com a CPI da Pedofilia e a ameaça de bloquear o acesso ao Orkut no Brasil. Tudo isso porque o Google (segundo o Ministério Público) se recusa a abrir o banco de dados, e divulgar os nomes dos usuários que propagam a pornografia infantil e os crimes sexuais.

No fim das contas, o usuário é que sai prejudicado. Caso a decisão judicial realmente seja a de bloquear o acesso aos sites, milhares de blogs serão apagados. Seus usuários simplesmente perderão todos os seus textos, idéias, comentários… tudo jogado no lixo. E este blog, caros amigos, será mais um a ser apagado. Todo o trabalho de todas as nossas editorias será cruelmente jogado no lixo. Quanta gente trabalhando tanto tempo à toa.

Há quem diga que a censura acabou depois da ditadura. Cruel engano. A censura a cada dia se multiplica. Eis a sua nova face: o bloqueio a idéias via internet. E pra variar, no país do carnaval, ninguém faz nada pra mudar. Como diria Vinícius, “Que seja eterno enquanto dure”, blog UNIP MARQUÊS. E, pelo visto, não vai durar muito.

Fontes: Folha | Folha | G1 | Blogue Isso

Colaborou: Gisele Santos

OZZY OSBOURNE DÁ BANHO DE HEAVY METAL E ÁGUA NA PLATÉIA DO PARQUE ANTÁRTICA

abril 10, 2008

Com trânsito congestionado, principalmente por causa de um novo shopping, a região da Pompéia (zona oeste de São Paulo) nunca esteve tão movimentada em toda a sua história. E ao lado, na mesma rua do novo estabelecimento, o estádio do Palmeiras (Parque Antártica) reuniu cerca de 38 mil jovens e adultos que conferiram três shows, no último sábado, dia 05 de abril: Black Label Society, Korn e Ozzy Osbourne.

Zakk Wylde religioso?

Às 19h30 em ponto o Black Label Society subiu ao palco. Na estrada desde 1998, liderada pelo fiel parceiro e guitarrista de Ozzy Osbourne, Zakk Wylde, a banda deu um show de heavy metal durante 40 minutos e fez um passeio por alguns álbuns de sua carreira com músicas do “Eternal” (2002), “The Blessed Hellride” (2003, quinto CD de estúdio), “Mafia” (2005) e do último lançamento “Shot to Hell” (2006, sétimo CD dos californianos).

Os músicos do Black Label Society demonstraram felicidade por tocar em terra tupiniquim. No final da apresentação Zakk ajoelhou-se em agradecimento ao público e, por mais que alguns críticos digam que metal é coisa do diabo, o cara fez até o sinal da cruz oferecendo sua guitarra ao céu. E não, ele não emprestou a guitarra para o público paulista tocar, como fez no show realizado no Rio de Janeiro, dia 03 de abril, quando a platéia carioca devolveu o equipamento todo arrebentado fazendo Zakk ficar furioso. Talvez o público brasileiro ainda não saiba que nos shows fora daqui é normal os músicos emprestarem seus instrumentos e até microfones para os fãs participarem um pouco, tocando ou cantando. Anos atrás tínhamos problemas com o mosh. O músico se jogava e o público – que deveria transportar o ‘cara’ com as mãos como uma onda por cima da cabeça – deixava o camarada se espatifar no chão.

A gratidão de um Jonathan Davis mais falante

Noite fria, troca de palco em 20 minutos. Às 20h32 lá estavam eles em cena, os integrantes do Korn. Diferente da primeira apresentação da banda no país, em março de 2002, Jonathan Davis dessa vez estava mais comunicativo. O vocalista usava um kilt (saiote escocês) de tecido camuflado militar, figurino adotado por ele desde o começo das atividades do Korn em 1992, e utilizando um pedestal de microfone – feito em aço com traços do corpo de uma mulher – agradeceu Mr. Osbourne pela força no início de carreira, quando os convidou pra participar do Ozzyfest. Daquela época pra cá o Korn sempre participa das turnês do Príncipe das Trevas. Davis também disse estar contente em voltar ao Brasil e prometeu tocar novamente aqui em breve.

O set list de uma hora contou com músicas dos oito CDs de estúdio da banda, inclusive duas do novo álbum “Untitled” (2007): “Hold On” e “Starting Over”. O público agitou muito durante “A.D.I.D.A.S” e “Freak on a Leash”, ambas oferecidas por Davis aos fãs das antigas. Outro, digamos, ‘ponto G’ foi quando a platéia fez um show à parte cantando em coro o refrão de “We Will Rock You”, música do Queen que o Korn tocou mesclando com “Coming Undone”, a qual tem batida parecida com a música dos ingleses.

O Korn é considerado pioneiro do new metal, mas com o passar da década de 90 esse estilo – que foi muito criticado e pouco aceito – ganhou outro nome: metal industrial e experimental. Sem medo das críticas, principalmente dos fãs, o grupo arrisca misturar heavy metal, hip hop, beatbox (som percussivo com a boca) e muita, mas muita percussão que faz o coração de qualquer um disparar e ninguém consegue ficar parado.

Ozzy desafina, mas não perde pique e simpatia

Nova troca de palco, 40 minutos de espera. Talvez um longo intervalo para incentivar o consumo de comes e bebes dentro do estádio: copo d’água (R$3,00), copo de cerveja (R$6,00), copo de refrigerante (R$4,00), hot dog (R$4,50). Mas a maioria dos fãs estavam ‘presos’ na multidão – principalmente a turma do gargarejo das pistas ‘normal’ e vip. Sim, aquele pessoal que não desgruda da grade. Resultado: resmungos, cansaço (tinha gente em pé desde cedo), impossível comprar água entre a platéia mais ‘esmagada’ (é a turminha do “daqui não saio, daqui ninguém me tira”), várias pessoas atendidas pelos seguranças passando mal por causa do excesso de bebida alcoólica ou por não suportar tamanha aglomeração. É como numa maratona, você vê na face da pessoa a expressão da derrota. E a reta final era ‘simplesmente’ o show do Mr. Madman.

Aos heróis sobreviventes, às 22h13, Ozzy perguntou atrás do palco “Eu quero ouvir vocês. Alguém aí?”. Claro que a resposta foi imediata, repleta de gritos histéricos e o já típico “Olê, olê, olé, Ozzy, Ozzy”. Em seguida os telões mostraram imagens hilárias de Mr. Osbourne participando de algumas séries de tevê e filmes, entre eles: “Lost”, “The Office”, “Entourage”, “Família Soprano”, “Dancing with the stars”, “Piratas do Caribe”, “Borat”, “A Rainha”. E não pára por aí! Você lembra da banda Ok Go? Sim, os ‘caras’ que dançam nas esteiras de academia! Pois é, até no clipe “Here It Goes Again” a edição mostra Ozzy arriscando alguns passos da coreografia. Se quiser assistir ao vídeo da abertura do show, acesse aqui.

Com 1h40 de duração, a apresentação do Ozzy Osbourne contou com músicas dos discos “Blizzard of Ozz” (1980), “Bark at the moon” (1983), “No more tears” (1991), “Black rain” (2007) e alguns clássicos do Black Sabbath: “War Pigs”, “Iron Man”, “Paranoid”.

Quase 22h20 a intro da cantata “Carmina Burana”, de Carl Off, soava no volume máximo em todo o estádio. Pra quem não sabe, muitas vezes essa música é utilizada em início de espetáculos porque acelera o batimento cardíaco do público. Enfim, ajudou bastante mesmo, pois quando Ozzy pisou no palco – anunciado pelos primeiros riffs de “I don’t Wanna Stop” – foi uma verdadeira explosão de energia da platéia somada com a espera de 13 anos pela volta do ex-líder do lendário Black Sabbath. Ele veio pro Brasil no Rock in Rio (1985) e no extinto Monsters of Rock em São Paulo (1995).

Zakk Wylde na guitarra, Rob “Blasko” Nicholson no baixo, Mike Bordin na bateria (ex-Faith No More) e Adam Wakeman nos teclados (filho de Rick Wakeman) são músicos competentes que dispensam apresentações e apóiam perfeitamente Ozzy, que aos 59 anos de idade já não é mais o mesmo: desafinou várias vezes durante a sua perfomance, sua voz não apresenta variações (muitas vezes monocórdia, ou seja, monótona) e diferente da apresentação no Monsters of Rock, quando tirou a camiseta e arranhou seu corpo com as próprias unhas, dessa vez ele não arriscou ficar sem a camisa, pois tentava esconder a grande barriga. Mas é inegável o carisma do showman que não perde o pique durante os shows e é respeitado no cenário heavy metal mundial, servindo de influência para muitas bandas, pois carrega na bagagem de quase 40 anos de estrada: 10 discos da carreira solo, 08 de estúdio com o Black Sabbath, centenas de shows, dezenas de vídeos, além do grande sucesso com o reality-show The Osbournes (lançado pela MTV em 2002) e o Grammy de melhor música em 1990.

Ozzy não bebe sangue de morcego, mas Zakk dá o sangue

Em “Suicide solution”, a terceira música do set, Ozzy pegou atrás do palco vários baldes azuis e despejou na platéia toda água que havia dentro deles, inclusive nele (veja foto ao lado). E logo em seguida Mr. Osbourne virou de costas, tirou a calça e mostrou as nádegas, arrancando aplausos e gargalhadas entre a platéia. AQUI

Zakk Wylde fez um cansativo solo de quase 8 minutos de duração, mas ganhou admiração de todos, pois foi muito valente em suportar a dor nos dedos da mão direita que estavam sangrando – cortados por uma corda que soltou da guitarra – sendo que o próprio instrumento ficou com manchas avermelhadas. Pois é, não teve sangue de morcego mastigado pelo Ozzy, mas Zakk deu o sangue até o final do show. Veja o vídeo de Zakk machucado

Set List Ozzy Osbourne
01. “I don’t wanna stop”
02. “Bark at the moon”
03. “Suicide solution”
04. “Mr. Crowley”
05. “Not going away”
06. “War pigs”
07. “Road to nowhere”
09. “Crazy train”
10. “Iron man”
11. “I don’t know”
12. “No more tears”
13. “Here for you”
14. “I don’t want to change the world”
Bis:
15. “Mama, I’m coming home”
16. “Paranoid”

Set list Korn
01. Intro
02. “Right now”
03. “A.D.I.D.A.S”
04. “Hold on”
05. “Startin over”
06. “Falling Away from me”
07. “Coming Undone” com “We will rock you”
08. “Here to stay”
09. “Shoots and ladders” com “Helmet in the Bush”
10. “Faget”
11. “Freak on a leash”
12. “Evolution”
13. “Somebody someone”
14. “Got the life”
15. “Blind”

Set list Black Label Society
01. “New religion”
02. “Been a long time”
03. “Suffering overdue”
04. “Bleed for me”
05. “Suicide Messiah”
06. “Fire it up”
07. “Concrete jungle”
08. “Stillborn”

Gisele Santos – sala 508 – Jornalismo (texto)
Fotos: Marcelo Rossi (Media Mania)

A farra do carro zero

abril 3, 2008

Um amigo meu me contou que resolveu comprar um carro novo popular. Reservou o equivalente a 20% do valor do automóvel para dar de entrada e amortecer no financiamento. Para sua surpresa, o vendedor lhe convenceu a comprar um modelo mais completo, em 99 prestações, sem entrada, com seguro e IPVA já inclusos. E o dinheiro da entrada? “Coloquei um som de primeira, rodas de liga leve aro 17, vidros escuros e ainda sobrou um troco pra passar o feriadão na baixada com a família”, disse ele, eufórico com o negócio que fez.

Na verdade, ele não comprou simplesmente um carro, comprou um e vai pagar dois. Assumiu uma dívida que vai lhe custar quase o dobro do valor do bem adquirido, só de juros, além de consumir mais da metade da renda familiar todo santo mês. Essa conta ele se esqueceu de fazer.

Nunca se vendeu tanto carro no Brasil

O Brasil vive o seu melhor momento na história da indústria automobilística. As montadoras projetam pesados investimentos na ampliação das fábricas para atender a demanda cada vez mais crescente. Nunca se vendeu tantos automóveis no País. Só na cidade de São Paulo, são emplacados, diariamente, cerca de mil novos carros. Fazendo-se uma conta bem simples, podemos chegar a mais de 26 mil automóveis por mês, ou seja, 312 mil por ano. A capital paulista está abarrotada de veículos, e até mesmo o rodízio municipal já não é suficiente para por em ordem o lento e estressante anda-e-pára.

Não há especialista em planejamento de trânsito que consiga achar uma solução eficiente pra tanto carro nas ruas da cidade. A CET que o diga. Tenta, em vão, criar rotas alternativas e minimizar os recordes sucessivos de congestionamentos diários que antes tinham horários certos para acontecer, mas que agora ocorrem a todo o momento, imprevisíveis.

“A culpa é do financiamento fácil”, dizem os mais ortodoxos. Ao comentar sobre a situação caótica do trânsito em São Paulo, um experiente jornalista expressou sua opinião, em rede aberta de TV, saindo-se com uma máxima do tipo “hoje, com qualquer cinquenta merréis por mês, um cidadão compra um carro zero, provocando esse congestionamento infernal que estamos vendo.”

A verdade é que o brasileiro é apaixonado por carro, e com tanta facilidade ao seu dispor, quem tem uma renda mínima comprovada não vai pensar duas vezes para adiquirir o seu “pois é”. Perguntem a qualquer indivíduo quais são sonhos e ele vai responder “ter minha casinha e meu carrinho”.

Além da questão do financiamento fácil, existe o problema do trânsito, cada dia ainda mais lento e insuportável.

Uma das opções sugeridas pelo pessoal da equipe econômica para conter esse boom nas vendas seria limitar o número de parcelas do financiamento, em no máximo 36 meses.

A indústria, logo de cara, não gostou da idéia. “Noventa e nove prestações é muito”, disse o ministro Mantega, que ameaçou colocar um limite na farra do carro zero. Só ameaçou, depois disse que não disse isso, e no fim ficou assim mesmo. Impossível impor limites quando a economia está aquecida e gerando renda.

Os comerciais no rádio e na televisão incitam o consumidor. Os anúncios com apelo gráfico nos principais jornais e revistas não deixam por menos: “compre seu carro zero em até 99 prestações sem entrada!”. É tentador. E perigoso, também.

O perigo está na qualidade das concessões desses créditos. O presidente Lula demonstrou essa preocupação. Talvez a equipe econômica do governo esteja temerosa que aconteça aqui o que aconteceu lá nos EUA, com o financiamento indiscriminado dos imóveis, que resultou na quebra de dezenas de bancos, obrigando o Federal Reserve a injetar bilhões de dólares na economia para evitar um colapso no sistema financeiro. Será?

Deixar o carro em casa e usar o “péssimo” transporte público. Quem se habilita?

“O negócio é deixar o carro em casa e andar de ônibus e metrô, só assim o trânsito melhora”. Pelo menos é isso que as autoridades no assunto defendem. E assim o fazem por não utilizarem os meios de transporte público que a maioria da população faz uso no dia-a-dia. Gostaria de ver o Kassab e sua equipe de secretários pegando os trens de subúrbio lotados, ou os ônibus que fazem fila nos corredores logo no início da manhã, parecendo latas de sardinha, com gente pendurada nas portas, num calor insuportável. Sem falar naqueles motoristas mal-humorados, que até parecem estar dirigindo uma carreta de bois, freando bruscamente e dando uns trancos insuportáveis na troca das marchas. O sujeito chega ao trabalho cansado, nervoso, atrasado e ainda leva bronca do patrão.

Para convencer as pessoas a deixarem os seus carros na garagem, seria fundamental a criação de políticas públicas de investimentos maciços em transporte de qualidade e eficiente. Mais corredores, ônibus confortáveis e com ar-condicionado seriam medidas interessantes, para começar. Já leram aquela frase impressa na leteral de alguns ônibus, que diz que o transporte público é direito do cidadão e dever do Estado? Então, está na hora de se fazer valer esses direitos e deveres.

“A tentação de comprar um carro zero também me rondou”.

Confesso que, apesar de relutar muito, ainda permaneço solidário aos usuários do sistema de transporte provido pelo Estado. Até criei uma campanha intitulada “Deixe seu carro em casa e ganhe de presente uma viagem interminável e desconfortável no transporte público”. Já tenho alguns adeptos – bem poucos, eu sei, que aderiram por livre e espontânea necessidade, mesmo.

Mas paciência tem limites. De tanto ser amassado e pisoteado nos buzões dessa Sampa de meu Deus, quase me deixei convencer de que deveria engrossar as fileiras dos neo motorizados. Afinal, que diferença faz um carro a mais disputando espaço com os motoboys em nossas ruas e avenidas?

Um processo de tentativa de convencimento começou com os amigos. Uma trama ardilosa para me fazer sair do MSC – Movimento dos Sem-Carro. “Deixa de ser bobo, rapaz! Compra um carro zero, é melhor do que andar apertado”, me alfinetou o lider deles. Até em casa o complô se formou contra mim. Minha mulher soltou esta pérola: “Se eu fosse você, comprava aquele carro dos seus sonhos!”. Como me livrar de tamanha persuasão feminina, oriunda justamente daquela que conhece os meus planos frustrados de ser um piloto de Fórmula Um? Até o meu filho, aficionado por carros, inflou o meu ego: “Já pensou você naquele carrão, pai?! Show de bola! Você merece!”. Pronto. A dúvida fora semeada em meu coração defensor do projeto “deixe o carro em casa”.

A tentação se agigantou quando recebi uma carta do meu banco me informando que eu tinha um crédito já aprovado para financiar um automóvel, qualquer modelo, até mesmo aquele dos meus sonhos! Tudo parecia estar contra mim. Acabaria vencido pelo voto da maioria. O inimigo mortal do financiamento e dos carros nas ruas seria neutralizado!

Dois dias depois estava eu, passando em frente a uma concessionária, e lá estava o bendito carrão, todo reluzente, prateado, como se olhasse para mim e me convidasse a fazer um test-drive e o levasse para minha garagem. Resisti-lhe duramente e dei meia volta. Não poderia – pensei com os meus botões – cometer dois erros de uma só vez: entrar em um financiamento de “suaves” noventa e nove prestações, ao mesmo tempo em que passaria a fazer parte do clube dos motoristas estressados de São Paulo. Era contra os meus princípios.

Preferi deixar como estava. Pelo menos, por enquanto. Continuo a acreditar que a melhor solução para minimizar os problemas dos extensos congestionamentos nas grandes cidades é justamente deixar o carro em casa. Pelo menos, até o dia em que eu me cansar de vez e decidir sair do aperto e calor dos ônibus e trens para trafegar em um moderno, onfortável e climatizado carango com câmbio automático.

***** TFSJ

Tancredo Junior, 35 anos, é casado, radialista, teólogo e acadêmico de Jornalismo na UNIP

Link para este texto no Blogspot: http://tancredojr.blogspot.com/2008/04/farra-do-carro-zero.html#links

Futebol

abril 3, 2008

Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.

O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol

História do Futebol no Brasil

Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.

O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.

O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888. No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol. Em 1950, a Copa do Mundo foi realizada no Brasil, sendo que a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1). Em 2014, a Copa do Mundo de Futebol será realizada novamente no Brasil.

Priscilla Lima Leite