Edição da Matéria: Comportamento – Estresse infantil – um problema cada vez mais comum

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O estresse é um estado cada vez mais comum entre as pessoas,  atualmente são vários fatores que levam uma pessoa a isso, o mais freqüente são problemas no serviço, que levam a pessoa a ficar nervosa, se irritar mais facilmente.
No mundo moderno isso não está acontecendo só com os adultos, já começa a causar efeitos até nas crianças. Hoje as crianças também passam por um certo tipo de estresse, não pelos mesmos motivos, mas pode ocorrer tanto em situações novas como troca de escola, quanto por cobranças de terceiros e até ameaças à vida, entre outros fatores.
Quando a criança tem proporcionada em casa, carinho, atenção, amparo e sem nenhuma preocupação com a vida adulta os níveis de estresse baixam chegando a zero, mas devido a correria das grandes cidades, não é sempre que a criança encontra esse ambiente em sua casa. Muitas escolhem ficar isoladas do resto das crianças, brincando com jogos eletrônicos, já que os pais não os proporciona  muita atenção, em outros casos é comum os pais colocarem elas desde pequenas em competições o que gera em cima delas uma pressão muito alta para que vençam e não apenas para se divirtam. Nem sempre as crianças querem algumas coisas que os pais os proporcionam e as conseqüências dessas atitudes acabam chegando. Há dois tipos de sintomas, os orgânicos que são: suor frio, taquicardia, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, barriga e pernas, mal-estar abdominal com vômitos e diarréia, insônia e sonolência no dia seguinte. E os psicológicos dificuldade para se concentrar e aprender, agressividade, dificuldade no relacionamento com os amigos e os familiares, falta de interesse pelas atividades das quais gostava, medo incomum, indiferença e tendência ao isolamento, há casos mais graves que a criança tem depressão.
Quando diagnosticado esses sintomas a criança deve ser levada ao pediatra. O tratamento abrange a criança e a família e  consiste numa espécie de “psicoterapia” na qual todos interagem para superar suas dificuldades. Caso tenham doenças psiquiátricas, finalmente, o pediatra a encaminha a um especialista.

Por Marcos Vinicius Galiza

Editada por Eliane Santos

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