Jornalismo Cultural

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O Jornalismo Cultural refere-se a todo e qualquer conteúdo que envolta cinema, teatro, exposições, shows etc – sendo estes internacionais, nacionais e regionais.

Os textos são escritos de maneira reflexiva e muitas vezes opinativa, divulgando o determinado assunto e despertando a atenção do leitor para buscar mais informações sobre o mesmo.

O mercado de cultura brasileiro vem crescendo cada vez mais, e a procura de um público heterogêneo sobre o mesmo vem diversificando com o passar do tempo. Sendo assim, muitos veículos de comunicação, investem grande parte do conteúdo interno do mesmo, divulgando quais são as propostas de entretenimento em todos os segmentos – do mais barato até o mais caro e de acordo com o público alvo que varia de crianças até idosos.

O Jornalismo Cultural, tornou-se em grande demanda, uma proposta aos leitores a procurar por novidades e programas convencionais aos fins de semana, ao invés de ficar parado na frente da TV – que tem proporcionado um conteúdo um tanto quanto escasso para seus receptores.

 Por fim, podemos dizer, que esta segmentação jornalística, passou de apenas uma coluna no final da revista para grandes editorias que buscam mostrar ao leitor as novidades que nossa cidade proporciona e até mesmo entrete-lo com conteúdo de outros lugares, que possam incentivá-lo a exercitar seu cérebro, corpo e alma.

POR JAQUELINE LASKO

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Uma resposta to “Jornalismo Cultural”

  1. tancredojr Says:

    Tancredo Junior:

    Muito bem, Jackie.
    1°) Não entendi o que você quis dizer ao afirmar que os textos do jornalismo cultural são escritos de forma “reflexiva”. O sujeito lê a crítica sobre um filme e ele fica “refletindo”, “remoendo” ou “pensando” sobre aquela crítica, é isso? Se for isso, pelo menos eu leio o comentário do editor e nem dou bolas. Afinal, um filme ou evento cultural não deixará de ser bom simplesmente por uma opinião aversa de um sujeito, muitas vezes, mal humorado.
    2º) Outra coisa: os textos sempre, sempre são opinativos. Nenhum colunista escreve, por exemplo, sobre uma peça de teatro ou filme (se ele realmente assistiu) sem emitir sua opinião, seja ela favorável ou não.
    3°) Por fim, acho que as editorias de cultura não ocupam grandes espaços, e sim espaços razoavelmente consideráveis nos principais jornais, simplesmente por uma razão óbvia: pra cumprir tabela.

    Positivamente, você passou a idéia básica sobre o conceito de jornalismo cultural, mas faltou coesão em alguns pontos do texto (vírgulas onde não deveriam ter) além de fechar com uma frase um tanto melancólica e surreal: “…Por fim, podemos dizer, que esta segmentação jornalística, passou de apenas uma coluna no final da revista para grandes editorias que buscam mostrar ao leitor as novidades que nossa cidade proporciona e até mesmo entrete-lo com conteúdo de outros lugares, que possam incentivá-lo a exercitar seu cérebro, corpo e alma”.

    Grande abraço e sucesso na editoria!

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