Archive for abril \30\UTC 2008

Jornalismo Cultural

abril 30, 2008

Jornalismo cultural é o nome que se dá ao jornalista que cobre fatos relacionados à cultura local, como teatro, cinema,exposições,artes plásticas, música e televisão.Os textos escritos para esta editoria trazem uma reflexão sobre movimentos culturais e um certo aprofundamento na cultura que temos.Uma função específica do jornalismo cultural é o crítico que escreve análises críticas e comentários sobre determinada obra ou artista.O jornalismo cultural  e a manifestação crítica que ocorre em conseqüência deste  pode ser entendido como um reflexo da criação cultural e, ao mesmo tempo, como um tipo de criação cultural em si.

Sendo assim, o diagnóstico final não constitui uma tarefa árdua: o jornalismo de cultura, assim como sua função crítica, encontra-se, de fato, em crise. Não tem conseguido agradar nenhum segmento da sociedade; nem artistas, nem acadêmicos, nem a opinião pública: ninguém parte em sua defesa. No entanto, a fim de proceder através de uma análise que vislumbre algo além do senso comum, faz-se necessária a contextualização do debate relativo ao jornalismo cultural, bem como a apresentação dos argumentos que fazem parte deste consenso.

 

Por: Camila Calado 

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Pauta Cotidiano – Semáforos cronometrados

abril 29, 2008

Começou nessa semana! A CET testa desde segunda-feira (28/04) semáforos com cronômetros para saber quanto tempo o pedestre leva para atravessar a rua em nove esquinas movimentadas da região do centro da cidade. Os semáforos fazem uma contagem de quantos segundos faltam para acabar o tempo de atravessar a rua. Esse tempo vai depender o tamanho da rua e a quantidade de carros que passam por ela. Essa pesquisa é feita com a intenção de futuramente alterar o tempo de mudança dos semáforos para evitar ou reduziar o número de pessoas vítimas de atropelamentos – já que alguns  não conseguem tempo suficiente pra atravessar . E agora resta os pedestres se acostumarem com a idéia…

CET testa semáforos cronometrados em SP
último acesso 29 de abril, às 13h

Semáforos com cronômetros começam a ser testados
último acesso 29/04, 13h30

Em breve outras informações:

http://www.cetsp.com.br/

 

Gisele Santos , sala 508

Editado por Hector Félix por conta do exercício das matérias de gaveta

A importância do tamanho das fotos

abril 24, 2008

Assim como todas as editorias do jornal, a nossa de fotojornalismo também tem o intuito de produzir um trabalho eficiente com caráter profissional. Definimos um padrão de resolução necessário para as imagens atrairem  o olho do público-alvo. Para que o flash alcance novas retinas, a resolução exigida será de 300 dpi,quanto mais elevado é o DPI, melhor é a resolução da imagem e a sua qualidade.A foto precisa ter 1 mega de tamanho e 800×600 pixels,  o pixel é o mais pequeno elemento de uma imagem digital e contém informação acerca da luminosidade e cor.

Através dessas exigências evitamos receber fotos que sejam retiradas de sites da internet.É inadmissível que isso ocorra,  se todos ficarem atentos aos detalhes colocados, atingiremos o objetivo de produzir um trabalho eficiente.

Qualquer dúvida é só procurar a editoria de fotojornalismo.

 por Renata Gollo e Ana Carolina Osmak 

 

 

Jornalismo Ambiental

abril 24, 2008

Chama-se Jornalismo Ambiental a especialização da profissão jornalística nos fatos relativos ao Meio Ambiente, à Ecologia, à fauna, à flora e à Natureza de um determinado lugar.

As primeiras coberturas específicas de Meio Ambiente surgiram após a Segunda Guerra Mundial, quando a Ecologia ganhou força como tema de relevância mundial, inicialmente no Primeiro Mundo e, na década de 1980 e principalmente após a conferência Rio 92, no Terceiro Mundo.

Como na maior parte das especializações jornalísticas, as fontes de Jornalismo Ambiental são divididas entre protagonistas (movimentos ambientalistas, ecologistas, entidades que cometem crimes ambientais), autoridades (ministros, secretários, diretores de órgãos públicos), especialistas (pesquisadores, biólogos, zoólogos, botânicos, agrônomos) e usuários (população). Especificamente, podem ser fontes úteis para o jornalista da área os membros do Partido Verde local.

O jornalismo ambiental denuncia abusos à natureza causada pelos homens e relata fatos que ocorrem na natureza, como o tremor que ocorreu na cidade de São Paulo devido ao abalo que se deu no litoral.

Bruna Prado Dias

O Avanço Histórico

abril 24, 2008

Quando falamos de esporte no meio jornalístico, sempre tem aquela pessoa que teima em alimentar um preconceito antigo, que na verdade nunca deveria ter existido, sobre a importância dessa editoria.

A história não mente e vários jornalistas de longa data estão trabalhando para confirmar esta tese. Jornalistas de política e economia, principalmente, sempre se consideraram mais importantes em relação a outras editorias. Além disso, sempre trataram o jornalismo esportivo como algo menor do que a função exercida por eles, jornalistas políticos e econômicos.

Isso começou a mudar quando o Brasil chegou a grandes conquistas, em esportes variados. Porém o ponto principal para essa mudança aconteceu em 1958, na Copa do Mundo de Futebol, realizada na Suécia. O Brasil conquistou de forma espetacular a competição e de quebra revelou ao mundo um garoto de 17 anos, que futuramente se tornaria o maior de todos, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

O futebol que já era paixão nacional, e se firmou mais ainda depois não só dessa Copa, mas com as de 62 e 70, também conquistadas pelo país. Como a maior parte da população adora esse esporte, as grandes mídias cediam cada vez mais espaço para o futebol. E com isso mais profissionais surgiam nesse meio e a credibilidade da profissão crescia rapidamente.

Hoje, não existe mais esse preconceito, pelo menos de forma declarada, e a força do esporte nos meios de comunicação cresce cada vez mais. Existem vários canais de televisão destinados somente a esporte, e claro, o futebol continua sendo a principal fonte de renda dessas emissoras.

Hoje os canais especializados em esportes como  por exemplo, Sportv, ESPN Brasil pertencem a TV fechada, e para ter esse conteúdo é necessário pagar.

O que é Meio Ambiente?

abril 24, 2008

Jornalismo ambiental não é só uma editoria que aborda assuntos do meio ambiente. É uma editoria que assume compromissos com o seu planeta, com o seu povo e sua época, denunciando abusos ambientais e buscando apresentar alternativas para um consumo consciente dos recursos ambientais.

 

O jornalismo de meio ambiente lembra-se das datas importantes relacionadas ao assunto, buscando, através delas, evidenciar assuntos que pedem imediata atenção, incluindo-os nas agendas setting da mídia.

 

Apesar de haver um efeito colateral – o efeito de febre pelo meio ambiente, a ampla divulgação do aquecimento global – esse tipo de alerta serve para conscientizar a população da emergência que as práticas predatórias da natureza pedem.

Cotidiano – O dia-a-dia do paulistano

abril 24, 2008

A editoria de cotidiano aborda os temas que mais tomam destaque na cidade ou região. De acidentes ecológicos a eventos, passando pelos corriqueiros engarrafamentos e novas rotas de ônibus, a editoria deve relacionar fatos que sejam de interesse público e disponibilizá-los a seu leitor, prestando atenção especial à atualidade, à precisão e à transparência.

O caderno “cotidiano” não tem público-alvo especificamente definido. Seu leitor é o padeiro, mas também é o economista, pois suas pautas são de interesse geral da população residente de determinado local.  A linguagem é fator de extrema relevância nesta editoria, pois não se pode “nivelar por baixo” e acrescentar ao texto gírias ou vícios de linguagem, mas também não dá para abusar de comparações complexas, por exemplo. A clareza textual é sempre essencial em qualquer texto jornalístico.

Nossa editoria tem pautas interessantes em desenvolvimento. Uma delas tem como tema o deficiente visual e o seu acesso à universidade. Outra de nossas pautas fará uma análise do transporte metropolitano na cidade, seus principais problemas e as possíveis soluções. Esperamos realizar um bom trabalho, merecendo ver uma de nossas matérias publicadas no jornal, primeiro veículo impresso de nossas vidas.

1o bimestre encerrado

abril 23, 2008

Olá! Nosso 1o bimestre foi encerrado. Fiquem atentos agora então aos nossos exercícios do 2o bimestre.

Professora Renata

WordPress – Que seja infinito enquanto dure

abril 10, 2008

Mais uma vez a justiça ameaça estender a punição aos culpados e aos inocentes. É que uma decisão judicial estuda a possibilidade de bloquear o acesso brasileiro ao WordPress, portal que fornece serviços de blog. A causa: um blog especificamente, publicou algo que não devia. O blog e a postagem não foram revelados.

O problema é simples: a internet é o meio de comunicação mais aberto que existe. Através dela todos podem expressar-se como bem queiram perante qualquer situação. Porém, esta “liberdade” está começando a mudar. Primeiro, o bloqueio temporário de acesso ao Youtube, site de postagem de vídeos, por conta do vídeo da Daniela Ciccarelli em imagens picantes, na praia, com seu namorado, em janeiro de 2006. Depois a ameaça constante ao Orkut e suas comunidades com temas relacionados à pedofilia. Não há explicação válida ou convincente para o caso. Sobre a situação do WordPress, Eduardo Parajó, presidente da ABRANET (Associação Brasileira dos Provedores de Internet) comenta: “Ordem judicial não se discute, se cumpre. Mas, como não é possível bloquear especificamente o endereço solicitado, o acesso a todos os sites com a extensão wordpress.com será impedido no Brasil”. Isto se dá por que temos o espaço apenas de ‘filiais’ destas grandes empresas, portanto, somente elas é que podem retirar as páginas com conteúdo indevido do ar. A situação se agrava ainda mais com a CPI da Pedofilia e a ameaça de bloquear o acesso ao Orkut no Brasil. Tudo isso porque o Google (segundo o Ministério Público) se recusa a abrir o banco de dados, e divulgar os nomes dos usuários que propagam a pornografia infantil e os crimes sexuais.

No fim das contas, o usuário é que sai prejudicado. Caso a decisão judicial realmente seja a de bloquear o acesso aos sites, milhares de blogs serão apagados. Seus usuários simplesmente perderão todos os seus textos, idéias, comentários… tudo jogado no lixo. E este blog, caros amigos, será mais um a ser apagado. Todo o trabalho de todas as nossas editorias será cruelmente jogado no lixo. Quanta gente trabalhando tanto tempo à toa.

Há quem diga que a censura acabou depois da ditadura. Cruel engano. A censura a cada dia se multiplica. Eis a sua nova face: o bloqueio a idéias via internet. E pra variar, no país do carnaval, ninguém faz nada pra mudar. Como diria Vinícius, “Que seja eterno enquanto dure”, blog UNIP MARQUÊS. E, pelo visto, não vai durar muito.

Fontes: Folha | Folha | G1 | Blogue Isso

Colaborou: Gisele Santos

OZZY OSBOURNE DÁ BANHO DE HEAVY METAL E ÁGUA NA PLATÉIA DO PARQUE ANTÁRTICA

abril 10, 2008

Com trânsito congestionado, principalmente por causa de um novo shopping, a região da Pompéia (zona oeste de São Paulo) nunca esteve tão movimentada em toda a sua história. E ao lado, na mesma rua do novo estabelecimento, o estádio do Palmeiras (Parque Antártica) reuniu cerca de 38 mil jovens e adultos que conferiram três shows, no último sábado, dia 05 de abril: Black Label Society, Korn e Ozzy Osbourne.

Zakk Wylde religioso?

Às 19h30 em ponto o Black Label Society subiu ao palco. Na estrada desde 1998, liderada pelo fiel parceiro e guitarrista de Ozzy Osbourne, Zakk Wylde, a banda deu um show de heavy metal durante 40 minutos e fez um passeio por alguns álbuns de sua carreira com músicas do “Eternal” (2002), “The Blessed Hellride” (2003, quinto CD de estúdio), “Mafia” (2005) e do último lançamento “Shot to Hell” (2006, sétimo CD dos californianos).

Os músicos do Black Label Society demonstraram felicidade por tocar em terra tupiniquim. No final da apresentação Zakk ajoelhou-se em agradecimento ao público e, por mais que alguns críticos digam que metal é coisa do diabo, o cara fez até o sinal da cruz oferecendo sua guitarra ao céu. E não, ele não emprestou a guitarra para o público paulista tocar, como fez no show realizado no Rio de Janeiro, dia 03 de abril, quando a platéia carioca devolveu o equipamento todo arrebentado fazendo Zakk ficar furioso. Talvez o público brasileiro ainda não saiba que nos shows fora daqui é normal os músicos emprestarem seus instrumentos e até microfones para os fãs participarem um pouco, tocando ou cantando. Anos atrás tínhamos problemas com o mosh. O músico se jogava e o público – que deveria transportar o ‘cara’ com as mãos como uma onda por cima da cabeça – deixava o camarada se espatifar no chão.

A gratidão de um Jonathan Davis mais falante

Noite fria, troca de palco em 20 minutos. Às 20h32 lá estavam eles em cena, os integrantes do Korn. Diferente da primeira apresentação da banda no país, em março de 2002, Jonathan Davis dessa vez estava mais comunicativo. O vocalista usava um kilt (saiote escocês) de tecido camuflado militar, figurino adotado por ele desde o começo das atividades do Korn em 1992, e utilizando um pedestal de microfone – feito em aço com traços do corpo de uma mulher – agradeceu Mr. Osbourne pela força no início de carreira, quando os convidou pra participar do Ozzyfest. Daquela época pra cá o Korn sempre participa das turnês do Príncipe das Trevas. Davis também disse estar contente em voltar ao Brasil e prometeu tocar novamente aqui em breve.

O set list de uma hora contou com músicas dos oito CDs de estúdio da banda, inclusive duas do novo álbum “Untitled” (2007): “Hold On” e “Starting Over”. O público agitou muito durante “A.D.I.D.A.S” e “Freak on a Leash”, ambas oferecidas por Davis aos fãs das antigas. Outro, digamos, ‘ponto G’ foi quando a platéia fez um show à parte cantando em coro o refrão de “We Will Rock You”, música do Queen que o Korn tocou mesclando com “Coming Undone”, a qual tem batida parecida com a música dos ingleses.

O Korn é considerado pioneiro do new metal, mas com o passar da década de 90 esse estilo – que foi muito criticado e pouco aceito – ganhou outro nome: metal industrial e experimental. Sem medo das críticas, principalmente dos fãs, o grupo arrisca misturar heavy metal, hip hop, beatbox (som percussivo com a boca) e muita, mas muita percussão que faz o coração de qualquer um disparar e ninguém consegue ficar parado.

Ozzy desafina, mas não perde pique e simpatia

Nova troca de palco, 40 minutos de espera. Talvez um longo intervalo para incentivar o consumo de comes e bebes dentro do estádio: copo d’água (R$3,00), copo de cerveja (R$6,00), copo de refrigerante (R$4,00), hot dog (R$4,50). Mas a maioria dos fãs estavam ‘presos’ na multidão – principalmente a turma do gargarejo das pistas ‘normal’ e vip. Sim, aquele pessoal que não desgruda da grade. Resultado: resmungos, cansaço (tinha gente em pé desde cedo), impossível comprar água entre a platéia mais ‘esmagada’ (é a turminha do “daqui não saio, daqui ninguém me tira”), várias pessoas atendidas pelos seguranças passando mal por causa do excesso de bebida alcoólica ou por não suportar tamanha aglomeração. É como numa maratona, você vê na face da pessoa a expressão da derrota. E a reta final era ‘simplesmente’ o show do Mr. Madman.

Aos heróis sobreviventes, às 22h13, Ozzy perguntou atrás do palco “Eu quero ouvir vocês. Alguém aí?”. Claro que a resposta foi imediata, repleta de gritos histéricos e o já típico “Olê, olê, olé, Ozzy, Ozzy”. Em seguida os telões mostraram imagens hilárias de Mr. Osbourne participando de algumas séries de tevê e filmes, entre eles: “Lost”, “The Office”, “Entourage”, “Família Soprano”, “Dancing with the stars”, “Piratas do Caribe”, “Borat”, “A Rainha”. E não pára por aí! Você lembra da banda Ok Go? Sim, os ‘caras’ que dançam nas esteiras de academia! Pois é, até no clipe “Here It Goes Again” a edição mostra Ozzy arriscando alguns passos da coreografia. Se quiser assistir ao vídeo da abertura do show, acesse aqui.

Com 1h40 de duração, a apresentação do Ozzy Osbourne contou com músicas dos discos “Blizzard of Ozz” (1980), “Bark at the moon” (1983), “No more tears” (1991), “Black rain” (2007) e alguns clássicos do Black Sabbath: “War Pigs”, “Iron Man”, “Paranoid”.

Quase 22h20 a intro da cantata “Carmina Burana”, de Carl Off, soava no volume máximo em todo o estádio. Pra quem não sabe, muitas vezes essa música é utilizada em início de espetáculos porque acelera o batimento cardíaco do público. Enfim, ajudou bastante mesmo, pois quando Ozzy pisou no palco – anunciado pelos primeiros riffs de “I don’t Wanna Stop” – foi uma verdadeira explosão de energia da platéia somada com a espera de 13 anos pela volta do ex-líder do lendário Black Sabbath. Ele veio pro Brasil no Rock in Rio (1985) e no extinto Monsters of Rock em São Paulo (1995).

Zakk Wylde na guitarra, Rob “Blasko” Nicholson no baixo, Mike Bordin na bateria (ex-Faith No More) e Adam Wakeman nos teclados (filho de Rick Wakeman) são músicos competentes que dispensam apresentações e apóiam perfeitamente Ozzy, que aos 59 anos de idade já não é mais o mesmo: desafinou várias vezes durante a sua perfomance, sua voz não apresenta variações (muitas vezes monocórdia, ou seja, monótona) e diferente da apresentação no Monsters of Rock, quando tirou a camiseta e arranhou seu corpo com as próprias unhas, dessa vez ele não arriscou ficar sem a camisa, pois tentava esconder a grande barriga. Mas é inegável o carisma do showman que não perde o pique durante os shows e é respeitado no cenário heavy metal mundial, servindo de influência para muitas bandas, pois carrega na bagagem de quase 40 anos de estrada: 10 discos da carreira solo, 08 de estúdio com o Black Sabbath, centenas de shows, dezenas de vídeos, além do grande sucesso com o reality-show The Osbournes (lançado pela MTV em 2002) e o Grammy de melhor música em 1990.

Ozzy não bebe sangue de morcego, mas Zakk dá o sangue

Em “Suicide solution”, a terceira música do set, Ozzy pegou atrás do palco vários baldes azuis e despejou na platéia toda água que havia dentro deles, inclusive nele (veja foto ao lado). E logo em seguida Mr. Osbourne virou de costas, tirou a calça e mostrou as nádegas, arrancando aplausos e gargalhadas entre a platéia. AQUI

Zakk Wylde fez um cansativo solo de quase 8 minutos de duração, mas ganhou admiração de todos, pois foi muito valente em suportar a dor nos dedos da mão direita que estavam sangrando – cortados por uma corda que soltou da guitarra – sendo que o próprio instrumento ficou com manchas avermelhadas. Pois é, não teve sangue de morcego mastigado pelo Ozzy, mas Zakk deu o sangue até o final do show. Veja o vídeo de Zakk machucado

Set List Ozzy Osbourne
01. “I don’t wanna stop”
02. “Bark at the moon”
03. “Suicide solution”
04. “Mr. Crowley”
05. “Not going away”
06. “War pigs”
07. “Road to nowhere”
09. “Crazy train”
10. “Iron man”
11. “I don’t know”
12. “No more tears”
13. “Here for you”
14. “I don’t want to change the world”
Bis:
15. “Mama, I’m coming home”
16. “Paranoid”

Set list Korn
01. Intro
02. “Right now”
03. “A.D.I.D.A.S”
04. “Hold on”
05. “Startin over”
06. “Falling Away from me”
07. “Coming Undone” com “We will rock you”
08. “Here to stay”
09. “Shoots and ladders” com “Helmet in the Bush”
10. “Faget”
11. “Freak on a leash”
12. “Evolution”
13. “Somebody someone”
14. “Got the life”
15. “Blind”

Set list Black Label Society
01. “New religion”
02. “Been a long time”
03. “Suffering overdue”
04. “Bleed for me”
05. “Suicide Messiah”
06. “Fire it up”
07. “Concrete jungle”
08. “Stillborn”

Gisele Santos – sala 508 – Jornalismo (texto)
Fotos: Marcelo Rossi (Media Mania)