A correria da fábrica

by

De fato, como é dito no texto “Você sabe o que é jornalismo online?” cada vez mais o mercado de trabalho exige mais e mais especializações, principalmente na área de informática e no jornalismo. O jornalista da web, agora e cada vez mais, tem que conseguir utilizar diversas ferramentas, programas e entender de muito do que antes era específico da área de informática, para realizar o seu trabalho.

Isso faz com que aconteça uma competição cada vez mais acirrada por uma vaga de emprego e uma sobrecarga de trabalho aos que conseguem um. Simultaneamente, com essas ferramentas e informações novas que não param de aparecer acontece uma perda de qualidade no informar em si: com tantas coisas disponíveis e um tempo tão curto para usá-las, checar as informações, redigir e postar para manter os sites sempre atualizados, os jornalistas para não perderem os empregos e atender a essa demanda tão grande acabam não fazendo todas essas etapas e colocando matérias por vezes incompletas ou com dados equivocados, mesmo sem querer ou perceber.

Nesse cenário um dos que mais perdem são os leitores desse conteúdo incompleto que são privados de entender o que verdadeiramente aconteceu acerca de um fato. A solução talvez seja dar uma desacelerada na linha de montagem das notícias e levar mais em consideração a qualidade dos textos que são propagados pelos sites de notícias.

Por Hector Félix (que achou ruim o que escreveu)

Comentário do texto “Você sabe o que é jornalismo online?” de Bia Mansur, publicado no Jornalistas da Web.

Anúncios

Tags: , ,

3 Respostas to “A correria da fábrica”

  1. dimascoppede Says:

    Concordo, principalmente, na parte onde você diz que existe uma competição cada vez mais acirrada por trabalho e uma sobrecarga de trabalho aos que conseguem um. E essa é uma tendencia natural que, com o tempo, deve aumentar cada vez mais.

  2. tancredojr Says:

    Pois é, Hector. Sugestivo o seu texto. Realmente a mídia jornalística se transformou, há séculos, em uma fábrica de notícias, muitas delas manipuladas tendenciosamente. Já dizia o jornalista Luis Nassif em um de seus livros que a imprensa no Brasil, na década de 80, especializou-se em criar – ou melhor, forjar – notícias.
    Foi um período negro da nossa imprensa. Jornais que se fossem espremidos jorravam sangue, noticiários televisivos tendensiosos e matérias condenatórias eram comuns naquela época.
    Hoje, a coisa parece que mudou um pouco, mas frequentemente vemos e ouvimos coisas aberradoras nos grandes jornais, revistas semanais, programas jornalísticos de rádio e tv.

  3. mellao Says:

    boa champz, bom texto

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: